Maxilar Music: confira avalanche de singles do selo de Gabriel Thomaz (Autoramas)

Maxilar Music: confira avalanche de singles do selo de Gabriel Thomaz (Autoramas)

Dessa vez, os lançamentos soam ainda mais distintos entre si

Por Luiz Athayde

Os músicos Gabriel Thomaz (Autoramas) e Henrique Roncoletta (NDK) provam que não dormem no ponto e, mais uma vez, via carimbo Maxilar Music, chancelaram o que já ficou registrado como “Avalanche de Lançamentos”; ao trazer novos nomes da esfera independente brasileira, mas sobretudo do próprio selo. E tem para gostos variados; punk, rock dos anos 60 e, até mesmo, synthpop. Confira.

Bife Simples & As Guarnições Mais Preza é o projeto de Carlinhos Carneiro, vocalista da banda Bidê ou Balde e membro fundador do coletivo anárquico Império da Lã. A ideia seria criar música do ponto de vista do improviso, ou uma versão rock and roll do freestyle de rap. O resultado acabou sendo o single “Ter Banda é um Saco”, que além de trazer um som ‘pra frente’, corre o risco de ter vários ouvintes se identificando com a letra. O lado b, “Um Ano”, como era de se esperar, soa bem diferente, e fará parte de um outro álbum, agendado para o mês de novembro.



LOVNIS é a alcunha do duo formado por Murilo Sá e Amanda Longo, estreando no selo Maxilar com o single “Doces Conversas”. Fãs da lendária Motown e da sonoridade dos anos 60 em geral podem se deleitar com o lyric video regado a imagens da vida boêmia daquele período.


Lucifer Kabra tem RG em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, mas há bons anos é radicado em São Paulo, carregando consigo um currículo sônico que inclui bandas subterrâneas como Tomate Maravilha e Os Bambinos Selvagens. Em “Horror”, o mote é o synthpop/minimal wave clássico do começo dos anos 80, ou a veia mais melódica de falanges como Kraftwerk, Blancmange e Orchestral Manoeuvres in the Dark (OMD), se “encontrando poeticamente com o Cinema Novo”, como diz em nota. A produção leva a assinatura do inquieto e independente Carlos Tupy.


Os Decréptos de Belo Horizonte representam a sujeira desta seleta. Formada na classe de 2007, as influências da banda giram em todo do punk 77, surf music e o psychobilly. “Kães Vadius” retrata de forma irônica, mas também direta o cotidiano, mas acima de tudo é uma homenagem à histórica banda homônima de São Paulo.


Mais sobre essas e outras brigadas independentes podem ser conferidas nos links abaixo.

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