The Cult: conheça as principais bandas “ancestrais” do grupo inglês

The Cult: conheça as principais bandas “ancestrais” do grupo inglês

Saiba quais foram as bandas que passaram direta ou indiretamente na vida de Ian Astbury, Billy Duffy e Jamie Stewart antes de serem cultuados

Por Luiz Athayde

Fã que é fã deve saber tudo, certo? Não necessariamente. Especialmente nesta era de tantas informações por minuto – para ser um pouco lento. É sabido por admiradores do grande The Cult que sua discografia é tão inconstante quanto empolgante, resultado da atitude deveras destemida do núcleo criativo: o vocalista Ian Astbury e o guitarrista Billy Duffy, além do elo mais “fraco”, mas não menos importante da fase clássica do grupo (1984-1989), o baixista Jamie Stewart.

A fim de traçar um mapa ancestral – lembrando que a banda sempre lançou mão do misticismo orientado por influências indígenas – desta falange inglesa que já foi uma das principais tribos do pós-punk, vagou pelo industrial, mas há tempos se fixou na zona de conforto do hard rock, o Class of Sounds fez uma seleta de bandas que estiveram envolvidas direta e indiretamente; seja dividindo os palcos, a cena ou mesmo em registros sônicos.

Violation

Violation (Reprodução)

Começo de 1979, Bradford, oeste de Yorkshire, Inglaterra. O baterista paquistanês Aki Nawaz Querish ou simplesmente Aky monta, com mais dois amigos, Johana e Tim Calvey o despretensioso Plastic Bucket and the Abortions, mas ao tomar ares mais sérios, o ele muda o nome para Violation, e recruta Barry Jepson para o baixo (vai vendo…), Mick Isles para as seis cordas e o vocalista Mick Brady para compor a nova formação.

Após alguns shows pelo circuito local, Brady pula fora dando lugar para Gary O’Connell, já no fim de 1980, e gravam sua única demo no Bradford Community Studio, contendo as faixas “Violation”, “Hymn 359”, “The System” e “Fashion”; a última seria posteriormente repaginada como “The Crypt”, em um vindouro grupo com um tal de Ian nos vocais…

O derradeiro fim se deu com a saída de Isles, que resolveu viver a vida de casado. Para cumprir o último show da agenda, o vocalista, guitarrista e amigo Justin Sullivan, do New Model Army (uma das bandas que frequentemente dividiam os palcos) pegou o cargo.

Inclusive o próprio relembrou o fato em uma entrevista feita em 1991: “Eu disse: ‘eu vou tocar guitarra para vocês’ porque eu pensei que seria absolutamente simples, o que deve ter sido, mas eu não aprendi direito. Eu toquei como guitarrista para um único show do Violation e na verdade eu mandei mal mesmo”.


Send No Flowers

Sua história remonta na infância e adolescência do filho de Judith Lindsay e Robert Leighton Astbury. Apesar de nascido inglês de Cheshire, Ian Lindsay (posteriormente conhecido pelo sobrenome do pai, Astbury) teve contato direto com a reserva nativa de Six Nations até os 17 anos, quando retornou à Inglaterra para morar com seu pai e seus irmãos Lesley e Brian Astbury – este chegou a ser roadie do The Cult por um período.

Single 7 polegadas do Send No Flowers (imagem: Discogs)

Influenciado pela emergente cena punk, Ian integra o Send No Flowers, mas o único registro da banda, o single “Playing For Time”, editado pelo carimbo Praxis Records, já não conta com seus vocais, mas os de Lin Sangster, que também assina a guitarra.


Southern Death Cult

Conexão direta com o que viria se tornar The Cult, e obviamente, a banda mais conhecida aqui. Mesmo com o fim do Violation, o baterista Aky e o baixista Barry Jepson continuaram ensaiando, e em meados de março de 1981, o ex-God and the Demi-Gods David “Buzz” Burroughs se junta aos dois e começam a compor novo material. No meio desse novo bolo, já se encontrava por exemplo, o esboço da música “Vivisection”.

Àquela altura, Ian Lindsay vivia como um típico punk inglês: sem casa, sem rumo e também sem banda, já que havia largado sua primeira empreitada, o Children of Lust, para acompanhar a turnê do seminal Crass (importantíssimo na sua psique militante) e o Poison Girls pela Inglaterra.

Foi quando a poetisa Joolz Denby o acolheu no squat – nome “punk” para ocupação de espaços vazios a fim de aproveitá-los da melhor maneira – onde também moravam Barry e Justin Sullivan, ele mesmo, do New Model Army. Como o espaço também havia se convertido em estúdio, Ian passou a ensaiar com Aky, Barry e Buzz, mas por insistência deste último, que conhecia Lindsay por suas  performances em um clube new romantic da região.

Não somente a banda estava formada, como seu nome já estava na ponta da língua do novo vocalista: The Southern Death Cult. Com significado ambíguo, a alcunha veio dos ritos dos nativos americanos que viviam na região que hoje compreende o Mississippi, chamado Southeastern Ceremonial Complex, mas também uma irônica alusão a centralização do poder no sul da Inglaterra, incluindo a indústria musical.

Sua estreia discográfica foi um enorme sucesso. O single “Fatman/Moya” ficou durante 24 semanas no topo da parada independente no quintal de casa e o número 88 no Top 100. Até mesmo um vídeo podre de “Fatman” chegou a ser gravado para promover o registro, rendendo capas nos mais importantes veículos musicais, como Melody Maker, New Music Express e Sound; além de sua seminal aparição na TV, tocando 3 músicas no The Tube.

Mas era “Moya” que mostrava a pegada nativa/ativista de Ian. De maneira dramática (como não poderia deixar de ser), a letra fala sobre o massacre da tribo Sioux na Batalha de Wounded Knee, na região de Dakota, em 1890.

Ordenado pelo então presidente William Henry Harrison, o exército praticamente dizimou a tribo, sendo suas maiores vítimas compostas por mulheres e crianças – mais detalhes, caso tenha nervos e um pacote de lenços, recomendo o pesadíssimo livro Enterrem Meu Coração na Curva do Rio, de Dee Brown.

‘Moya/Fatman’ single

Infelizmente o sucesso não segurou o grupo, que em pleno assenso se dissolveu em 1983 com a saída de Ian, que revelou nítidos sinais de desgaste. “O Southern Death Cult acabou porque estávamos trabalhando um contra o outro. No início a gente só queria estar em uma banda e isso era a única coisa para fazer no momento, e nós fizemos. Achávamos que tínhamos habilidade para isso e nunca questionamos realmente. Quando comecei questionar sobre o que era o SDC, eu não gostei do que estava acontecendo e senti que estávamos restringindo uns aos outros. Acho que isso se mostrou nas ultimas gravações, que ficaram um lixo” , disse.


Getting The Fear

Em 1983 os membros remanescentes não perderam tempo com o fim do The Southern Death Cult e criaram sua própria falange: Getting The Fear. Contando com o ex-Danse Society Paul “Bee”Hampshire no vocais, gravam algumas demos até soltarem o single “Last Salute”.

Em comum com a temática xamanista da banda anterior, somente a pegada mística das letras de Bee, agora envolvendo círculos pagãos e viagens de LSD, ou seja, elementos da contra-cultura.

Capa do 7 polegadas do single “Last Salute”, de 1984

Mas a nova banda não dá muito certo e acaba se dissolvendo em 1985. Aky e Buzz saem para formar o Joy, com nada mais que alguns shows no circuito londrino e, por fim, cada um segue seu caminho. Buzz integra o Psych TV e chega a trabalhar com o Skeletal Family como roadie e até mesmo produtor; já Aky mergulha no ativismo e passa a assinar com o pseudônimo Propa-Gandhi, onde monta o Fun-Da-Mental; espécie de variante do Asian Dub Foundation.

Do outro lado, Bee e Barry formam o In Two A Circle, que vira Into A Circle, logo após o lançamento do single “Rise”, se mantendo ativo até 1988.


The Nosebleeds

Manchester, 1976, plena ascensão do punk. Eddie Garrity larga o trabalho de roadie do Slaughter & The Dogs e monta o Wild Ram, que em dois tempos muda para The Nosebleeds, contando com Vini Reilly (pois é, o que formaria, em 1978 o zoado por todos, mas bem legal The Durutti Column) nas seis cordas, o baixista Pete Crookes e Toby na bateria. Com esta formação lançam o único single daquela era: “Ain’t Bin To No Music School” / “Fascist Pigs”.

Capa do 7 polegadas do single ” Ain’t Bin To No Music School/ Fascist Pigs”

Até aí, nada surpreendente – sem querer zoar com Vini –, verdade. O lance é que, na sequência, um moleque de 16 anos chamado Billy Duffy substituiu Reilly na guitarra, ao mesmo tempo em que um desconhecido Stephen Morrissey assumiu os vocais naquele curto período.

Já sem Morrissey, no The Smiths e Duffy no Theatre of Hate, a banda volta ao comando de Eddie e passa (novamente) a se chamar Ed Banger and The Nosebleeds, e encerram as atividades, para retornarem somente em 2013 com outra formação.

Uma pena não existir ao menos um vídeo com Duffy e Morrissey nos seus respectivos cargos; até porque seria interessante ver o ex-Smiths cantando “Fascist Pigs”.


Theatre of Hate

Formado das cinzas do The Pack, o Theatre of Hate soltou alguns dos singles mais importantes de sua carreira, como “Original Sin / Legion” e “Eastworld” antes do reconhecimento de fato.

Após curto período no The Nosebleeds e uma passagem imperceptível no Slaughter & The Dogs, o jovem Billy Duffy integra a banda do vocalista, também guitarrista e líder Kirk Brandon e já ajuda a meter nas prateleiras o aclamado debut Westworld, com produção assinada por ninguém menos que Mick Jones, do necessário The Clash.

Theatre of Hate – Westworld (1982)

O ano era 1982 e o Positive Punk estava a todo vapor com bandas do naipe de The Elements (pré-Skeletal Family), Sex Gang Children e Southern Death Cult, que inclusive abriu shows para o Theatre of Hate. Não muito depois dessas apresentações conjuntas, Duffy pula fora e claro, é aí que outra história começa; melhor ainda: um embrião se forma.

O fato é que a passagem de Billy pelo grupo foi mais teatral do que odiosa, já que registrou um álbum seminal dentro do cenário pós-punk, e ainda serviu para endossar seu então modesto currículo, que só estava fadado a crescer.

O Theatre of Hate nunca mais lançou algo do mesmo quilate de Westworld, e até hoje essas músicas são mais que obrigatórias no setlist. Por outro lado, o grupo continuou muito bem, obrigado sem Duffy, que já se encontrava em um patamar de estrela do hard rock com o The Cult.


Ritual

É de Londres um dos grupos mais obscuros daquela cena. Composto por Errol Blyth (vocais), Steve Pankhust (saxofone), Mark Bond (baixo), o guitarrista Jamie Stewart e o batera natural de Serra Leoa, no continente africano, Ray Taylor-Smith (ou Ray Mondo), o Ritual esteve ativo entre 1981 e 1984, e deixou nada além do que dois singles e um álbum, Songs for a Dead King, lançado em cassete por carimbo independente logo no primeiro ano de atividade.

Capa do Cassete de ‘Songs for a Dead King’

Apesar de gravado ao vivo em formato demo para estruturar e se tornar o disco cheio da banda, apenas duas músicas se desenvolveram: “Mind Disease” (editado em single 7 polegadas) e “Kangaroo Court” (single 12 polegadas).

Mas a maior curiosidade fica por conta da profética sexta faixa da fitinha, intitulada por Jamie Stewart de “Cult”. Parecia mesmo que o “culto” tomaria forma dentro de pouco tempo.

Em março de 1983, após uma série de shows para divulgar o EP Kangaroo Court, a banda se dissolve, deixando uma das primeiras e menos visíveis pegadas da cena Positive Punk de outrora.


Lavolta Lakota

No hiato entre o Theatre of Hate e sua primeira grande aposta, o guitarrista Billy Duffy integrou uma das formações de outra banda de Manchester e, curiosamente, com temática ainda mais explícita em relação a questão indígena: Lavolta Lakota.

Tendo como frente o baixista Jed Duffy (parente de Billy?) e o vocalista e guitarrista Dave Hicks, a banda ainda contava com o baterista Peter Flanagan (Emergency e The Hoax) e Michael “Moist” Eastwood, também nas quatro cordas.

Em sua curtíssima vida, shows pelo subterrâneo britânico e o single “Prayer/Mitawin”, lançado pelo carimbo Factory Benelux, em julho de 1984. Entre as gigs, abertura para The Fall, New Order, Play Dead e Southern Death Cult.

Capa do 7 polegadas do single “Prayer/Mitawin” (imagem: Discogs)

Após seu desmantelamento, em 1986, Hicks integrou o Revenge, projeto synthpop de Peter Hook (Joy Division/New Order) com músicos da cena local. Já Billy Duffy dava sua penúltima cartada em direção ao mainstream.


Death Cult

Por fim, os caminhos se cruzam. Insatisfeito com o direcionamento musical que Aky, Barry e Buzz queriam tomar com o Southern Death Cult, o vocalista Ian Astbury (e não mais Lindsay) deixa a banda, que posteriormente se transforma no Getting The Fear, e parte para Londres, a fim de buscar novos membros para sua futura banda. O nome? Death Cult.

O primeiro a aparecer é justamente seu eterno companheiro de composições, Billy Duffy, que já havia passado por boa parte das bandas bem acima citadas e também ansiava por formar um novo conjunto. Na sequência, quem apareceu foi o batera Ray Mondo, do recém-extinguido Ritual.

Na procura por baixistas, o trio recorre a cerca de 30 audições, até Mondo (ou Raymond Taylor-Smith) recomendar o companheiro de sua ex-banda para o cargo, Jamie Stewart.

Capa do EP ‘Death Cult’

Estava formado mais um nome promissor no efervescente cenário pós-punk britânico, mas que, para curiosa surpresa, editou somente o autointitulado EP, em 25 de julho de 1983 e o single “Gods Zoo”, em outubro do mesmo ano. Infelizmente, mal haviam começado e já tiveram a primeira baixa; entre os dois lançamentos (e após giro pela Europa), especificamente em setembro, Ray Mondo é deportado para Serra Leoa, e o grupo recruta Nigel Preston (ex-Sex Gang Children e Theatre of Hate) para as baquetas.

Esse também foi o fim do Death Cult, mas por motivos que vão além da derradeira baixa. Prestes a se apresentarem no programa da TV britânica The Tube, em 1984, Ian, Billy, Jamie e Nigel enfim passam a assinar, como The Cult, para deixar cair por terra de uma vez por todas as suas conexões góticas; algo que incomodava Astobury desde os tempos do culto sulista da morte.

Além de tocarem o single “God’s Zoo”, surpreendem com as novíssimas “Spiritwalker, Flower in the Desert” e “Horsenation”, faixas do álbum de estreia Dreamtime, com esta formação que duraria até meados de 1985. Mas aí já são outros rituais, outros cultos e dezenas de outros sacrifícios – de integrantes.

Mais que uma banda, o The Cult foi, mesmo antes de formado, um abantesma Sioux de orientação punk, pós e sobretudo positiva, já que deixou vários rastros sônicos no mundo dos mortais, mesmo que nem todos se permitam ser evocados, ainda hoje, nos tempos de plataformas digitais.

Pure Cult Info:

+ A seminal brigada anarcopunk Crass teve papel fundamental na formação do caráter político de Ian Astbury. Até formar sua primeira banda, o Children of Lust, Ian rodou com a banda pelos quatro cantos do Reino Unido, e para garantir sua sobrevivência, se virava vendendo camisetas silkadas e fazendo bicos de garçom em bares, já que o seguro desemprego do governo era ínfimo. Antes de conseguir um lugar para alugar, Astbury dormiu em praças, rodoviárias, vagões de trem e onde mais pudesse.

+ Nos seus dias de punk, Ian Astbury também trabalhou como roadie de um ainda desconhecido U2.

+ Ainda sobre a importância do Crass, em entrevista concedida ao Louder Than War, em 2011, Ian teceu algumas palavras relembrando aquele período: “Nós éramos crianças. Nós éramos jovens. Eu tinha 19 anos. Eu não era maduro. Eu estava me esforçando e não me encontrei, então foi realmente sério. Se há uma crítica minha por ser jovem e sincero, então sim! Eu sou culpado! Eu era jovem! E eu fui sincero! E eu estava caminhando para isso. Eu estava explorando tudo e não tinha medo de colocar na minha música. A maneira como me vesti e a aparência eram diferentes, todo mundo estava seguindo o grupo [Crass].”

+ Com o Fun-Da-Mental, o ex-baterista do Southern Death Cult Aki Nawaz, ou melhor, Propa-Gandhi mergulhou profundo nas águas ácidas do caldeirão eletrônico da dance music, assim como no ativismo político focado basicamente no anti-racismo, já que Aki é paquistanês. Sua considerável discografia começa em 1992 com o single “Ghandi’s Revenge/Azaan – The Calling”, indo até 2015 com o álbum ‘A Philosophy of Nothing’, lançado pelo carimbo Nation Records.

+ Em 1979, após sair do The Nosebleeds e bem antes de integrar o Theatre of Hate, Billy Duffy figurou as seis cordas do Studio Sweethearts, banda formada pelos ex-Slaughter & The Dogs, Mike Rossi e Zip Bates, lançando o single “I Believe” naquele ano.

+ Em 2004 Billy Duffy juntou forças com Jerry Cantrell e formou o supergrupo Cardboard Vampyres, que ainda contava com os vocais de John Corabi. Mesmo com todas as expectativas, o projeto não passou de uma banda cover de luxo. No repertório, músicas do The Who, Metallica, Alice in Chains e The Cult.

+ Jamie Stewart durou no The Cult até 1990. Após gravar álbuns seminais com a banda, o multi-instrumentista resolveu seguir com outros projetos, já que estava insatisfeito por não ter espaço para compor no grupo. Seu projeto mais notável foi The Untouchables, banda formada com o guitarrista Adrian Smith, que também desfrutava de merecido descanso após sua recente saída do Iron Maiden. Como ambos não queriam estar sob as fortes luzes dos holofotes, o mote da dupla foi a diversão, como relembrou Smith tempos depois:

“Nós nos tornamos amigos e decidimos formar uma pequena banda chamada The Untouchables, apenas por diversão. Ele não queria voltar ao mercado da música em tempo integral, e eu também –  para ser honesto, já tinha o suficiente. Começamos a tocar apenas em pequenos clubes por diversão e a coisa cresceu partir daí. Tocamos em todos os lugares da Grã-Bretanha. Mas a única coisa que eu não queria era me comprometer com a gravação e a turnê, como nos velhos tempos.”

Pouco tempo depois, The Untouchables acabou se tornando (já sem Stewart) Psycho Motel.

+ Nigel Preston permaneceu no The Cult até as gravações do clássico álbum ‘Love’, de 1985, assinando as baquetas nas faixas “She Sells Sanctuary”, “No.13” e “The Snake” (ambos b-sides do 12 polegadas do single ‘She Sells Sanctuary’). Após ser demitido da banda devido ao excesso de uso de drogas, o baterista trabalhou com Nile Rodgers, gente do Gene Loves Jezebel e Modern English, além de integrar o Baby Snakes por um curto período até ser preso em 1990 por assalto a mão armada; logo depois integrou o The Gun Club. No dia 1º de abril de 1992, três dias antes de seu aniversário de 33 anos, Preston morre por overdose de heroína.

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