Mark Gemini Thwaite: “ainda me sinto como um membro do The Mission”
Foto: Lisa L Johnson

Mark Gemini Thwaite: “ainda me sinto como um membro do The Mission”

Conversamos com o guitarrista da banda de Peter Murphy

Por Luiz Athayde

Português / English below

Se existe uma personificação de “pedreiro da cena”, este se chama Mark Gemini Thwaite. Natural da cidade industrial de Birmingham, o compositor e multi-instrumentista inglês de 54 anos possui um currículo tão vasto quanto importante, que passam por seminais nomes do cenário gótico/industrial/alternativo como Spear of Destiny, Tricky, The Mission e até artistas mais mainstream como P.J. Harvey e Alanis Morissette. A lista é imensa. 

E foi sobre suas credenciais, novos projetos e outras coisas mais que um dos músicos mais requisitados da cena alternativa falou com exclusividade ao Class of Sounds!

Recentemente você se juntou temporariamente ao The Wonder Stuff, mas acabou co-assinando o futuro álbum Better Being Lucky. Como foi o convite para se juntar a banda?

MGT: Bem, eu conheço Miles Hunt há muitos anos, nós dois somos da mesma parte da região central da Inglaterra. Ele cantou no meu primeiro álbum solo “Volumes” em 2015, e a colaboração foi muito proveitosa. Acabamos fazendo três músicas juntos naquele álbum e sempre planejamos fazer mais assim que rolasse uma chance.

Eu me reconectei com Miles no ano passado e novamente começamos a escrever juntos – a gente não discutiu o que seria, mas presumi que seria possivelmente um álbum solo do Miles ou algo assim. Depois de três ou quatro músicas terem sido concluídas, Miles disse ‘Eu acho que isso poderia ser a criação de um novo álbum do Wonder Stuff, o que você acha?’ Eu estava realmente interessado na ideia e continuamos escrevendo, resultando no material do álbum que será lançado em outubro.

E o processo criativo em uma banda com seis membros? Como vocês negociaram as ideias? 

MGT: Bem, as gravações e músicas iniciais que compusemos foram em grande parte a minha música com as letras e vocais de Miles. Então, começamos a trabalhar em algumas das ideias musicais de Miles, onde eu adicionava partes de guitarra e ideias de bateria. Nós rapidamente chegamos a 10 ou 11 músicas e depois envolvemos o resto da banda. Gravamos a bateria de Pete, o baixo de Tim, depois o Malcolm adicionou um pouco de sua guitarra, além do violino de Erica, e enfim, acabou se tornando uma colaboração entre a banda.

The Wonder Stuff 2019

Embora ativo com o The Wonder Stuff, você veio de uma séries de shows de residência com Peter Murphy em Nova Iorque, que se encerrou devido ao infarto dele ocorrido há alguns dias. Sendo você seu músico mais próximo, como está o estado de saúde dele neste momento? 

MGT: Sim, Peter sofreu um ataque cardíaco durante a nossa residência, eles tiveram que operar ele e fazer duas pontes de safena na artéria direita, que estava completamente obstruída. Felizmente, a operação foi um sucesso e ele deve se recuperar totalmente.

Agora ele está finalmente fora do hospital e estará se recuperando em Istambul. Esperamos reagendar os shows cancelados no início do ano que vem, se possível. Tudo depende da saúde e recuperação de Peter.

Você é praticamente um ‘working-class man’ do cenário alternativo. Tocou com tantos nomes que seria impossível listar aqui. Há algum artista/banda com que você não tocou que gostaria de tocar? 

MGT: Engraçado, um fã em Nova Iorque me fez essa mesma pergunta outro dia, e depois de pensar um pouco, eu disse que sempre tive um desejo secreto de tocar guitarra com o Duran Duran! Sim, é verdade, provavelmente não é a resposta mais óbvia, mas eu vi Duran Duran na turnê do [álbum] ‘Rio’ em 1983, e devo admitir que fiquei impressionado com a força que eles tinham ao vivo. E as músicas são tão cativantes. Eu realmente gostaria de me divertir tocando em uma banda de power pop assim por uma noite.

Para não ser injusto perguntando quem mais marcou sua carreira, gostaria que você comentasse a importância de alguns desses na sua trajetória.

Theatre of Hate

MGT: TOH foi a primeira banda com a qual eu saí em turnê. Entrei para o Spear of Destiny no final dos anos 80 e fiz alguns shows com essa banda. Em 1991, Kirk Brandon reformou o TOH original e fiz uma turnê com eles na guitarra (no lugar do guitarrista original Billy Duffy, que estava ocupado com o The Cult). Foi um momento seminal para mim e foi um grande aprendizado como um músico de rock’n’roll em turnê.

Theatre of Hate com MGT em 1991

The Mission

MGT: Provavelmente a banda pela qual sou mais conhecido… Gravei quatro álbuns de estúdio com The Mission, toquei no influente programa de TV britânico Top of the Pops com eles, viajei várias vezes pelo mundo e apareci em vários álbuns ao vivo. Para ser sincero, ainda sinto que sou membro do The Mission até hoje, apesar de não tocar com a banda há 10 anos. Meu estilo de tocar guitarra foi aprimorado ao trabalhar e gravar com Wayne Hussey. Aprendi muito com ele.

Mark Thwaite na segunda encarnação do The Mission

Gary Numan

MGT: Gary é meu amigo há quase 25 anos. Na verdade, ele e sua esposa Gemma costumavam ir a shows do The Mission nos anos 90, nós saíamos juntos e foi nesse período que a amizade se formou. Fui convidado a regravar alguns clássicos de Gary para o álbum “Hybrid” em 2003, e ele regravou os vocais dessas faixas.

Em 2013, Gary me convidou para fazer a turnê do álbum Splinter nos EUA, substituindo Robin Finck (Nine inch Nails), que estava ocupado com o NIN. Nunca esquecerei de tocar ao vivo ‘Are Friends Electric’, que foi uma música que aprendi originalmente em um teclado Bontempi aos 13 anos de idade.

MGT e Gary Numan

Al Jourgensen (Ministry/Revolting Cocks)

MGT: Minha colaboração com o tio Al foi breve, no entanto, foi muito legal vê-lo lançar em 2009 o single ‘It’s Always Christmas Time’, com meu nome ao lado do dele na capa. Ele é um músico muito influente e uma figura icônica na cena industrial.

Capa da parceria entre Mark Thwaite e Al Jourgensen

P.J. Harvey

MGT: Tocar com P.J. Harvey e Tricky foi definitivamente outro momento marcante em 1998… Eu pude me apresentar com a P.J. no programa David Letterman nos EUA, e também no famoso programa de TV Jools Holland, no Reino Unido.

Tricky

MGT: Entrei para a banda de Tricky em 1998, quando me disseram que ele estava procurando por um guitarrista que pudesse tocar na veia do Anthrax, o que me surpreendeu [por ser uma banda de thrash metal], mas mais tarde ocorreu que Scott Ian estava tocando em várias faixas do novo álbum na época chamado ‘Angels with Dirty Faces’. Foi uma experiência muito legal tocar no palco principal do festival Glastonbury em 1998 e ir ao show de David Letterman com PJ Harvey nos vocais. Acabei gravando guitarras em três álbuns do Tricky entre 1998 e 2008. tocar com o Tricky sempre foi uma experiência … ele nunca usava um set list, ele chamava as músicas para tocar como as sentia e isso fez shows muito emocionantes.

Roger Daltrey

MGT: Roger fez o papel de Justin De Villanueve no musical ‘A Fakes Progress’, produzido no início dos anos 90 pela rádio 4 da BBC. O personagem Justin era o empresário de Twiggy – o famoso modelo dos anos 60 – e Roger interpretou seu personagem e cantou as músicas. Fui convidado pelo compositor Martin Christy para gravar as guitarras, o que foi uma oportunidade fantástica. Sou um grande fã de Roger e The Who.

Peter Murphy

MGT: Entrei para a banda de Peter Murphy como guitarrista em 2005, e esse foi outro momento fantástico para mim, pois eu era um grande fã do Bauhaus quando era novo. Ao longo dos anos, Peter introduziu cada vez mais material do Bauhaus em seus sets, culminando numa turnê mundial que incluiu David J no baixo, em que tocamos 100% de músicas do Bauhaus, tanto em 2013 quanto no ano passado. Amei.

Peter Murphy e MGT 2018

Falando no seu próprio lance, em 2018 você lançou o segundo álbum como MGT, em parceria com Ashton Nyte e contando com Burton C. Bell (Fear Factory) e Paul Ferguson (Killing Joke). Existe planos para um novo álbum? Se sim, terá novas participações especiais?

MGT: Eu realmente não tenho nenhum outro plano para gravar mais material do MGT em um futuro próximo. Eu assinei um contrato com o vocalista Ashton Nyte no ano passado, onde concordei em não lançar outros discos com outros cantores sob a alcunha MGT por dois anos, então eu não tenho pensado muito sobre isso desde então. Eu tenho estado ocupado me concentrando na minha turnê com Peter Murphy, e no próximo álbum e turnê do Wonder Stuff. Também gravei um álbum com o baterista do Killing Joke Big Paul Ferguson no ano passado chamado ‘Remote Viewing’, que foi uma colaboração divertida e muito bem recebida pelo público.

No ano passado você também veio ao Brasil com Peter Murphy em show comemorativo de 40 anos de Bauhaus. Deu para curtir um pouco ou foi só trabalho? 

MGT: Sim, eu sempre adoro tocar na América do Sul, principalmente no Brasil. Acho que tenho uma queda pelo Brasil, porque é aí que meu glorioso ex-líder Wayne Hussey vive há 20 anos.
O público brasileiro é sempre tão receptivo e entusiasmado. Eu sempre adoro me apresentar aí e alguns dos melhores shows aconteceram aí na última turnê.

Alguma chance de voltar com ele ou mesmo com algum outro projeto seu? 
MGT: Isso seria adorável! Mas é claro que temos que ver como Peter vai se recuperar após um ataque cardíaco. É sempre divertido voltar ao Brasil.

Para finalizar, gostaria que listasse 3 discos que sempre estarão com você e 1 que você jogaria no lixo. 
MGT: Claro…
Pink Floyd – Wish You Were Here
AC/DC – Highway To Hell
ABBA – Gold (Greatest Hits)


Jogar no lixo? Talvez o álbum dos Muppets que eu comprei quando eu tinha 10 anos.

Obrigado!

Mark Gemini Thwaite


Mark Gemini Thwaite: “I still feel like I’m a member of The Mission”

Mark Gemini Thwaite is the embodiment of a working-class man of the Birmingham scene. Born in 1965, the English composer and multi-instrumentalist has a broad and vital career recording and playing. Throughout the years, he spread seminal works in the gothic, industrial, and alternative scene such as Spear of Destiny, Tricky, The Mission, and even more mainstream artists like PJ Harvey and Alanis Morissette. The list is huge.

One of the most sought-after alternative musicians, Thwaite spoke exclusively to the Class of Sounds and shared some thoughts on his credentials, new projects, and more!

You have recently joined The Wonder Stuff for a “season,” and co-signing the upcoming album Better Being Lucky. How did the band come up with this invitation?

MGT: Well I’ve known Miles Hunt for many years, we both come from the same part of the midlands in England. I got Miles to sing on my first solo album ‘Volumes’ back in 2015, and the collaboration was very fruitful. We ended up doing three songs together on that album and always planned to do more once we had the chance.

I reconnected with Miles last year, and we started writing together again. But we didn’t really discuss what it would be for, so I presumed possibly a Miles solo album or something. After about three or four songs had been completed, Miles said ‘I think this could be the making of a new Wonder Stuff album, what do you think?’ I was really into the idea, and we continued writing, resulting in an album’s worth of material, which is released this October.

And the creative process in a band with six members? How did you negotiate the ideas?

MGT: Well, the initial recordings and songs we composed were largely my music and Miles’ lyrics and vocals. Then, we started working on some of Miles’ musical ideas, where I would add complementary guitar parts, and drum ideas. So we quickly got up to around 10 or 11 songs, and then we got the rest of the band involved. We recorded Pete’s drums, Tim’s bass, and then Malcolm – the guitarist – added some of his guitar playing, plus Erica’s violin, and later it became a band collaboration ultimately.

The Wonder Stuff 2019

Although active with The Wonder Stuff, you came from a residency in NYC with Peter Murphy, which ended due to his heart attack a few days ago. As you are his closest musician, can you tell about his health condition right now?

MGT: Yes, Peter suffered a heart attack during our residency. They had to operate on him and install two stents in his right artery, which was completely blocked. Happy to report that the operation was a success and he should make a full recovery.

Right now, he is finally out of the hospital and will be convalescing back home in Istanbul. We hope to reschedule the canceled shows early in the new year if possible. It all depends on Peter’s health and recovery.

You’re basically a working-class man of the alternative music scene. You have played with so many artists that it wouldn’t be possible to list here. Is there any artist or band you didn’t work with yet that you would like to play with?

MGT: Funnily enough, I was asked this same question the other day by a fan in New York. After giving it some thought, I said I’d always had a secret desire to play guitar with Duran Duran! Yes it’s true, probably not the most obvious answer but I went to see Duran back on the ‘Rio’ tour in 1983, and I must admit I was blown away by how powerful they were live, and the songs are so catchy. I would really enjoy just having fun playing in a power-pop band like that for a night. 

I don’t wanna be unfair asking who has mostly impacted your music career. So, could you would tell me about the importance of some musicians you consider the utter matter in your life: 

Theatre of Hate

MGT: TOH was the first proper band that I toured with. I joined Spear of Destiny in the late 80s and played some shows with that band. Then, Kirk Brandon reformed the original Theatre of Hate in 1991, and I toured with them on guitar (in place of original guitarist Billy Duffy who was busy with The Cult). It was a seminal moment for me, and it really cut my teeth as a touring rock’n’roll musician.

The Mission

MGT: Probably the band I’m most known for. I recorded on four studio albums with The Mission, performed on seminal UK TV show Top of the Pops with them, toured the world many times and appeared on numerous live albums. To be honest, I still feel like I’m a member of The Mission to this day, despite not playing with the band for the last 10 years. My guitar playing style was honed by working and recording with Wayne Hussey, and I learned a lot from him. 

MGT with The Mission 2005

Gary Numan

MGT: Gary’s been a friend for nearly 25 years. In fact, he and his wife Gemma used to come to The Mission shows back in the ’90s and we would hang out with them, and that’s when the friendship was formed. I was invited to re-record a couple of Gary’s classics for his ‘Hybrid’ album back in 2003, and he re-recorded his vocals on those tracks. 

It wasn’t until 2013 that Gary invited me to do a US tour with him for his Splinter album, filling in for Robin Finck of Nine Inch Nails (who was otherwise busy with NIN). I’ll never forget performing ‘Are Friends Electric’ live, which was a song I originally learned on a Bontempi keyboard as a spotty 13-year-old. 

MGT and Gary Numan

Al Jourgensen (Ministry/Revolting Cocks)

MGT: My collaboration with Uncle Al was brief. Nevertheless, it was very cool to see him put a single out in 2009 with my name alongside his on the sleeve art, called ‘It’s Always Christmas Time.’ He is a seminal musician and an iconic figure in the industrial scene.

MGT & Al Jourgensen

P.J. Harvey

MGT: Performing with P.J. Harvey and Tricky was definitely another landmark moment in 1998. I got to perform on the David Letterman show in the US with PJ, and also the Jools Holland TV shows with her as well in the UK.

Tricky

MGT: I joined Tricky‘s band back in 1998 when I was told he was looking for a guitarist who could play in the vein of metal band Anthrax, Which surprised me but it later transpired that Scott Ian was playing on several tracks on the new album at the time called ‘angels with dirty faces’ it was a really cool experience to play a main stage lot at Glastonbury festival in 1998 and go on David Letterman show with PJ Harvey on vocals. I ended up recording guitars on three Tricky albums between 1998 and 2008. playing with Tricky was always an experience.. he never used a Set list, he would call out the songs to play as he felt them and this made for very exciting shows.

Roger Daltrey

MGT: Roger performed the part of Justin De Villanueve on the BBC radio four musical ‘A Fakes Progress’ back in the early 90s. Justin was Twiggy‘s manager – the famous model from the 60s – and Roger played his character and sang the songs. I was invited by the composer Martin Christy to record the guitars throughout, which was a fantastic opportunity. I’m a huge fan of Roger and The Who. 

Peter Murphy

MGT: I joined Peter Murphy‘s band as a guitarist back in 2005, and that was another fantastic moment for me as I was a big Bauhaus fan in my youth. Over the years, Peter introduced more and more Bauhaus material into his sets, culminating in us touring the world performing 100% Bauhaus sets both in 2013 and also last year, which included David J on bass. Loved it.

MGT with Peter Murphy in NYC, August 2019

Now let’s talk about your music. In 2018 you released your second album as MGT, in partnership with Ashton Nyte, featuring Burton C. Bell (Fear Factory), and Paul Ferguson (Killing Joke). Are there any plans for a new album? If so, will you have any further guest appearances?

MGT: I haven’t really made any other plans to record further MGT material in the near future. I did sign an agreement with vocalist Ashton Nyte last year where I agreed to not release any other records featuring other singers under my MGT moniker for two years. So I haven’t really given that much thought since then. I’ve been busy focusing on my touring with Peter Murphy and the upcoming album and tour release for the new Wonder Stuff album. I also recorded an album called ‘Remote Viewing,’ with Killing Joke’s drummer Big Paul Ferguson last year, which was a fun collaboration and it was very well received.

Also, you came to Brazil last year with Peter Murphy at a Bauhaus 40th Anniversary gig. Have you enjoyed the visit?


MGT: Yes, I always love playing in South America, and Brazil in particular. I guess I have a soft spot for Brazil because that’s where my former glorious leader Mr. Wayne Hussey has been living for the last 20 years.


The Brazilian audiences are always so receptive and so enthusiastic. I always love performing there, and some of the best shows happened down there on the last tour.

Any chance to play again with Peter Murphy or even with any of your projects? 

MGT: That would be lovely! But of course we have to see how Peter recovers after his heart attack, but it’s always fun to come back to Brazil.

Finally, I am curious about one thing: can you list three records that you will listen to for the rest of your life and one that you would throw in the trash can?

MGT: Sure…
Pink Floyd – Wish You Were Here
AC/DC – Highway To Hell
ABBA – Gold (Greatest Hits)

Throw in the trash can? 
Maybe the Muppets album I bought when I was 10. 

Thank you!

Mais MGT no / More MGT on:

Facebook: https://www.facebook.com/mark.gemini.thwaite
Instagram: https://www.instagram.com/markthwaite/
Twitter: https://twitter.com/markgthwaite
Official Site: markgeminithwaite.com

Entrevista/Interview: Luiz Athayde
Revisão/Text Revision: Andrey Gonçalves
Fotos/Promo Pic: Lisa L Johnson

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